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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Rubinho

Ao lado do primo, a esquerda, e a direita do pai.

Com duas irmas, de azul, Carol, cinza Camila , a prima de Branco, Karina, chilena, e o primo Jeremias.

Apesar do nome famoso, meu filho é um mero estudante, que trabalha na mesma área de estudo. FATC_Faculdade de Tecnologia de SP. Um menino que esta em busca de seu objetivo, como qualquer outro jovem. Tem um grande coração, e graças a Deus tem uma vida tranquila; ou seja, não gosta de noitadas. Tem uma namorada fixa, e sempre esta ao lados dos pais.

Paradise - Coldplay (Legendado) [HD]

E enfim o Ronaldo chegou

E ele chegou com força. Alegrou uma família que merecia. Marcelo e Rosana. Rosana e Marcelo. Exemplo de pessoas dedicadas. Este meu irmão tem de fato um coração bom. E nós da família acompanhamos a luta deles para realização de um sonho; viesse de onde viesse, esta graça, eles a iam receber de coração e alma a dádiva . E assim receberam a grande graça. Deus os abençoou com uma grande graça, e esta graça tem nome, Ronaldo.

 Ronaldo tem um brilho especial. Seu sorriso meio que tímido, cativou a todos nós. Sua simplicidade, seu apego aos novos pais, é que tem chamado muito atenção.

 Ronaldo deu vida  a um lar que estava a muito a espera desta vida para seguir a vida. E tudo esta perfeito. Porque quando Deus é quem esta permitindo, é perfeitamente aceitável.

Marcelo, Rosana, em nome de toda a família Nascimento, lhes desejamos toda sorte do mundo, e nós vamos estar aqui, orando por vocês. Vocês merecem, são umas criaturas abençoadas. E Marcelo, você é especial para mim e minha família. Porque dores de barriga acontece, e quando nossa barriga esta doendo, você é o nosso remédio. Não se esqueça, se a sua barriga doer, nós aqui, em especial o Rubão, será um excelente remédio para você também.
Te amamos muito.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Onde estive votando

Por onde passamos. Esta catedral inteirinha de tijolos, um local que não passa desapercebido quando se visita a lapa. Nossa sra. da Lapa, rua interessante e de muita história. 

 Agora este colégio...Fico sem palavras para descrevê-lo. Desde muiiiiiiiiiiito tempo que voto nele. Quando ainda as crianças eram bem pequenas. Elas estudaram nele, eu também. Anhanguera, colégio da geração da Lapa. Ha muito tempo, conta-se que aqui neste colégio só entrava quem era muito bom. Havia uma espécie de vestibular, e que só entrava quem tirasse ótimas notas.

Neste domingo todos estavam se dirigindo a este colégio para exercer cidadania, e eu fiz minha parte,  votei, e agora estou em paz com minha consciência. Agora, é de se pensar se todos em que votamos, vai ter esta consciência, de trabalhar e não voltar-se para os costumeiros propósitos de que estamos acostumados a ouvir falar; de desvio de conduta e retenção de dinheiro público para fins próprio. Engraçado que este tipo de pessoa, vai sempre, ao final de tudo, ser descoberto e ter sua vida transformada. Olhe para o que estamos vendo agora. Todo aquele mar de lixo do PT sendo exposto para todo a sociedade que não sabe ao certo o que esta se passando. É a política.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mike pinera -good night my love good night (boa noite meu amor).

Meu

maior medo, foi nunca te encontra. Te encontrar foi o fim. O fim dos medos. Caminhar a seu lado é mesmo que estar num jardim de flores perfumadas. É sentir o vento refrescando o calor da tarde. Observar o horizonte escurecendo e a noite nos embalando.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Banzé. ( Conto de cachorro abandonado)






 Não abandone jamais. O sofrimento destes seres é grande, e ninguém faz ideia de quanto é sofrido a vida destes seres abandonados. Fome , sede, maus trato. Chuva, frio. Nada disso ninguém quer na vida, muito menos para a vida de um animal que não sabe de nada, são inocentes e vivem por nós. 


Banzé. ( Conto de cachorro abandonado) Dona Iracema. Era uma senhora que não teve filhos. Seu esposo bebia. Mas ela sofria em silencio. Trabalhou junto com migo no Pão-de-Açúcar do Alto da Lapa. Hoje não há mais Pão-de-Açúcar, não sei de Dona Iracema. O que ficou foi esta história. O Bazé existiu , e ficou paraplégico ao ser atropelado. O resto da história esta no conto abaixo.




BANZÉ





Branco com algumas manchas pretas espalhadas ao longo do corpo. De pequeno porte. Raça indefinida. Não lembra onde nasceu de quem o colocou nas ruas.

Sabe que cresceu nas calçadas e na praça da grande metrópole. Passa o tempo farejando as lixeiras, rompendo sacos de lixos em busca de sua sobre vivencia. Causando grandes prejuízos higiênicos para as donas de casa.

Por sorte ainda não fora recolhido pela carrocinha.
Bem que o homem do cachorro quente se beneficiaria com este acontecimento.


Conhecia quão profundo era o lado negro dos humanos que havia tirado da mente a esperança de encontrar uma dona, ou um dono. Quantas desumanidades gratuitas com estes seres desvalidos. Só de pensar nos chutes que levara por nada, lhe dói ainda mais a barriga vazia.



Ah! A culpa estava na vida tumultuada dos viventes de grandes cidades. É difícil encontrar alguém com tempo, muito menos com o sentido voltado para a natureza em geral.
Os passos são apressados. E os dias nem se fala, passam voando.

Os verdes das matas são ignorados, as flores do jardim perderam-se no vazio da loucura de ganhar, ganhar muito dinheiro. E quanto ao canto das aves; sucumbiram na fumaça da poluição que pouco a pouco vai tomando conta do espaço destituído de vegetação.

E quando tudo parecia estar completamente perdido, com a vida por um fio.  O cachorrinho se achava deitado na grama. A fome estava lhe comendo vivo, a sede lhe apertando a garganta até a morte. O mundo estava girando feito redemoinho. Seus sentidos estavam fora do lugar. O barulho dos passos apressados, transformaram-se em  pisadas gigantesca de uma manada de elefantes enfurecidos. E o insistente chamado que ouvia, por um instante pensou se tratar do Dono do cachorro quente, chamando para ser transformado em salsichas.

A nuvem branca que esta bloqueando sua visão, por um breve instante; se dissipou.
Viu então uma senhora. Ela tinha ar de estar falando sério:

- Psiu! Cachorrinho você esta bem?

- Olha o que eu trouxe. Um suculento almoço. Estava sem fome e trouxe-lhe todo meu almoço para você.

O cachorrinho que mal podia com sua própria cabeça, voltou a pousá-la no gramado e pensou com os olhas meio que mareados de lágrimas. Parece que enfim estava ganhando uma nova chance de voltar a viver: 

-“Acho que é disto que estou precisando para acordar.”
“Como foi que esta senhora adivinhou?”

A mulher voltou a falar-lhe:

- Quando passei ontem aqui eu estava com muita pressa. Mais prometi que hoje voltaria para lhe trazer comida. Percebi assim que bati meus olhos em você que estava morrendo de fome e sede. Olhe também lhe trouxe este copo de água.

Foi amor a primeira vista. No outro dia, o cachorrinho estava dormindo num felpudo tapete, rodeado de atenções. Recebeu até um nome:
-Banzé.

O cachorrinho achou o nome engraçado, e logo se acostumou com ele.
 Ela também se apresentou:

- Eu me chamo Iraci. Agora eu vou trabalhar. Sua comida e a água estão  na cozinha. Se comporte amiguinho e cuide da sua nova casa.

Banzé não economizou tempo.
Desfrutou de sua nova liberdade. A liberdade de viver entre quatro paredes.
Subiu no sofá.
Visitou os quartos. Correu de um lado a outro da casa, até cair cansado no seu canto de dormir. Despertou com Iraci a seu lado:

- Oi Banzé! Cheguei! Vamos tomar um arsinho na praça?

Banzé aprovou a idéia. Sua cauda não parava de balançar. Sim, ele queria muito passear napraça, apesar da vida ser bem melhor fora dela em algum momento.

 Iraci havia colocado uma corrente longa na coleira presa ao pescoço de Banzé.

A praça era maravilhosamente grande. Cheia de verde, flores em todos os cantos. Bancos, e muitos brinquedos esquecidos por quem deveria usá-los.

Banzé era a única criança da praça naquele instante. E que criança diferente sim. Fazia xixi sem parar. Não ficava um poste sem ser batizado.
Correu atrás das pombinhas. Até apostaram uma corrida. O último a chegar ao pé de goiabeira era a mulher do padre. A pombinha ganhou.

Até o casal de cachorros de raça que atormentavam a vida de Banzé, estavam lá. Eles eram mesmos incorrigíveis nas suas avaliações:
- Olhem só o vira-lata!

- Uh! Adotaram o pulguento.

Banzé não deu a mínima para os comentários caninos. Ainda bem que Iraci já estava voltando para casa.

Banzé não percebia, mais algum tempo depois, eram anos. E este tempo eram exatos três anos. Iraci e Banzé eram muito unidos.

Ele tinha um carinho muito especial por ela.
Fazia mil peripécias quando estava ao lado dela. Latia sem precisão. Balança a cauda sem cansar e por uns instantes tentava alcançá-la. Sem chances, o rabo também ganhara como as pombinhas La no parque.

A vida de Banzé se transformara em uma festa permanente junto de Iraci.

Era uma manhã de domingo. As ruas estavam aparentemente desertas. Pássaros saltitando nos muros de alvenaria envelhecida; outros cantavam sobre telhados desbotados. O sol que acabava de nascer se espalhava por toda a cidade submersa na aura de um novo dia.

Iraci e Banzé se preparavam para irem para mais um dos inúmeros passeios matinais na formosa praça localizada nos altos de um dos mais chiques bairros da grande metrópole.

Cansada, no entanto de ver Banzé preso na corrente, Iraci decide retirá-la:

- De hoje em diante ficaras livres para ir e vir a praça e a qualquer outro lugar.

Como qualquer outro cão, sem a corrente, Banzé saltava de alegria. Coçava as orelhas, barriga. De repente surgiu coceira pelo corpo inteiro. Banzé sentia a coceira da felicidade lhe picando o corpo inteiro.

Banzé c orreu para perto do portão.  Iraci não tardaria em abri-lo. Após abrir o portão, ocorreu tudo muito rápido. Banzé corre para a calçada. Sem, no entanto olhar para ambos os lados para fazer a travessia da rua, ele atravessa. Banzé atravessou na hora errada e principalmente no lugar errado. Na metade da rua sentiu a força do impacto mortal. Veio da calçada os gritos de Iraci em seu auxilio:



- Banzé! Meu pobre Banzé Zinho!

O carro que atropelou Banzé, o levou preso no pára-choque.
Foi parar no farol. Parou porque este estava fechado.
Neste mesmo ponto, Banzé desprendeu-se, La ficando no asfalto frio da manhã gelada e ensolarada.
Iraci correu. Ergueu Banzé nos braços:
- Banzé ainda vive! Meu Deus Banzé ainda está vivo.

Era um milagre Banzé ter sobrevivido a tão grande impacto.
Iraci levou Banzé no prime iro veterinário que encontrou.
Banzé estava muito ferido, mas estava vivo, e isto era que estava importando para Iraci.

Depois de examinar minuciosamente a vítima, o veterinário não teve dúvidas em afirmar:

-Não podemos fazer mais nada. O melhor a fazer, é sacrificar este animal. Não vai doer nada. E o gasto vai ser muito menor.

Iraci não estava acreditando no que estava ouvindo. Com o olhar mais frio que a mesa de inox que estava sendo usada para examinar Banzé, protestou energeticamente:

- O que o doutor esta dizendo? Será que eu ouvi direito, ou eu sou quem esta atropelada aqui, e que, portanto estou tendo alucinações de querem me matar.
- Como assim, o gasto vai ser menor! Quem disse para o senhor que quero economizar para salvar meu cachorrinho. Estou disposta a gastar o que for preciso para salvá-lo e não me venha com discurso de gente preguiçosa. Só pode estar brincando com migo. E se está, esta fazendo numa hora erradíssima.

- Calma senhora. A senhora não entendeu.

- Entendi muito bem sim. E o burro aqui é o senhor de pensar que estou me preocupando com dinheiro.

Meio sem jeito, e sem saber como acalmar a mulher; o jeito foi apelar para seus conhecimentos:

- Tente se acalmar senhora. Desculpe-me se feri seus sentimentos numa hora tão dura que sei que esta passando. Sei o quanto é dolorido esta perda. Mas tente me ouvir com bastante calma. Seu animalzinho sofreu danos irreparáveis. Verifiquei entre outras coisas, que seu aparelho digestivo foi totalmente danificado. Sabe o que isto significa? Sei que é drástico, mas se ele vier a sobreviver, nunca mais vai poder se alimentar sozinho, somente com ajuda. E sem falar que ele perdeu completamente a mobilidade das pernas. Também nunca mais vai voltar a andar.

Suando frio, e com a bolsa aberta, Iraci retira algumas notas de dinheiro vivo:

- Veja isto doutor. Se o problema for dinheiro, não precisa se preocupar. Darei-lhe todo o dinheiro que for preciso. O resto fica por minha exclusiva responsabilidade. O que foi? O senhor pensava que porque não parei com um carrão na porta da clínica, eu não tinha dinheiro, foi isto, não foi doutor. Só tenho cara de pobretona, mais tenho mais dinheiro que muitos que vem aqui na sua clínica de carrões. Me entregue o cachorro vivo e o senhor será muito bem recompensado.



Depois de quase dois meses, Banzé reapareceu na praça.
Realmente a vida de Banzé mudara e muito após o acidente. E isto era um fato visível.
Banzé agora estava vendo o mundo de outra maneira.

Tal como havia prognosticado o veterinário, Banzé, não andava e estava se alimentando com a ajuda de Iraci, sua fiel companheira.

Iraci, por outro lado, usou e abusou da sua criatividade para agradar seu amiguinho.  Banzé correspondeu a tudo com resignação e amor. E por isto adaptou-se bem a sua nova vida.

Para ele se locomover. Iraci construiu um carrinho tipo rolimã. Diferenciava-se do rolimã porque havia neste uma lateral proeminente necessária para segurar Banzé, que mal podia se mexer. Com este carrinho feito rolimã Banzé resolveu seu problema de locomoção.

Com relação à alimentação. Banzé era alimentado através de um pequeno furo na garganta. Iraci ali injetava a alimentação necessária.

Iraci agora trabalhava perto de casa. Pela manhã, alimentava Banzé e realiza todos os processos necessários para sua higienização. E ao retornara para casa ao anoitecer, servia-lhe uma nova refeição, e votava a realizar todos os outros deveres necessários. E somente nos finais de semanas, eles saiam para irem à praça.

E claro, os passeios na praça estavam sendo possíveis novamente.
Iraci fazia questão de fazer a vida de Banzé valer apenas.  Nos passeios fazia o carrinho correr ligeiro pelas alamedas verdes da praça. O canto das aves complementava este bem estar. Havia até o tradicional deslizamento de rampa. Iraci soltava o carrinho com segurança numa rampa, e corria ligeiro para esperá-lo na chegada. Nesta hora Banzé sentia que ao invés de pernas, agora tinha assas.
  Os dois acabavam deitados sobre o gramado. A emoção era tanta que Iraci se cansava.

Dez anos se passaram.
Banzé e Iraci. Nada havia mudado entre eles, com relação à amizade. Mas com relação ao tempo, sim. As vidas dos dois haviam passado com o passar do tempo.
Banzé já não era o mesmo. Iraci por outro lado, sentia o peso da idade lhe tocando firmemente a cada passo que dava. Os passeios na praça estavam raros. Na verdade eles não eram mais possíveis. Banzé sabia que seu tempo era menor do que o de Iraci. Fazia sentido. Ele era o que não podia mais passear.


Iraci estava de saída para o trabalho. O amanhecer estava pálido. Observara pela janela que o dia estava encoberto. Sentira esta mesma falta de claridade no olhar de Banzé.
Ao chegar a casa para almoçar.  Com o termino da realização dos afazeres, Iraci se prepara para voltar ao trabalho. Na despedida, além da frieza, identificou um triste adeus no olhar brando de Banzé. Ele parecia esta querendo lhe dizer várias coisas. Talvez estivesse lhe agradecendo. Iraci que sempre compreendia os pedidos do amiguinho, agora estava pressentindo, no entanto, uma coisa diferente, que não era um pedido, mais sim um olhar de despedida. Percebendo a triste condição do Banzé, desconfiou que talvez não encontrasse mais o amigo com vida quando retornasse para casa no final do dia.

Quando Iraci retornou, a noite tinha tomado conta da cidade.
Dentro de casa, o tempo que havia levado o dia, também havia levado consigo Banzé.

Iraci enterrou Banzé no fundo do quintal, sob o pé de uma árvore.
E agora todas as manhãs os pássaros cantam pousados nos galhos da árvore canções que ficam como o tempo, se repetindo a cada dia que passa.

Francis Nascivalen






quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O CANTO DOS PÁSSAROS



Este canto e tantos outros, passam as vezes desapercebidos por nossas vidas. Mas ele é na verdade um componente permanente de nossa história. Eu pelo menos o guardo na minha memória como uma relíquia. Em cada instante que o ouço, e isto esta cada vez mais raro de acontecer, pois o canto das aves esta deixando se ser ouvido, a cada ano que passa, mas ouvir o bem-tivi, é sempre uma honra, e quando o ouço, é sinal de que ainda estou viva e o bem-tivi também.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Fogo na mata

 Tempos atrás, quado fomos na Ilha, esta mata que esta nesta foto, estava completamente destruída pelo fogo. E se você olhar com atenção, ainda dar para notar que os caules de algumas das árvores ainda estão pretos, mas a copa esta verde. Interessante. Quando a natureza é queimada, propositalmente, ou acidentalmente, ela se regenera de uma forma com o tempo, que até fica parecendo que nunca foi queimada, exceto la pela Amazônia, que os crápulas dos exterminadores de florestas, colocam manadas de bois e vacas com o propósito de não deixar mais a mata ser reerguer. Mas salvo este exemplo, falando da  mata que fica na Ilha Comprida. Já esta complemente refeita e com cara de que nunca foi queimada. Agora, queime um ser humano para ver se ele se regenera. Nunca mais. Uma vez queimado, ser humano algum recupera-se novamente. Enigmático esta situação.  

Ilha comprida, Lixo ao céu aberto


O ser humano que possui esta mentalidade fraca, de jogar lixo no meio das matas, é pouco provável que tenha uma vida boa. Eu fiz um levantamento, por exemplo de quem esta por trás de toda esta li-xarada que você esta vendo ai. É uma família desistrutada, muito pobre, inclusive de mente, e que um dos membros esta envolvido em vários delitos de roubos a residencias. Ou seja, realmente não se pode esperar nada de uma pessoa que polui o meio ambiente desta forma.  


O que entristece, é ver que as autoridades  fecham os olhos para esta falta de cultura, e nada fazem. O que se espera é que eles fossem atrás dos responsáveis, 
o que não esta difícil de ser identificado, por que todos da região sabem quem são estes lixeiros, só prefeito que não.
Não gosto de entregar, mesmo porque, não sou deste tipo, de andar entregando, mas sou do tipo que gosta de ver o que é certo. Nada mais justo de ver as pessoas que são responsáveis, como o  prefeito, lidar com este tipo de delito ambiental, que é o que estamos vendo.  

Manter as pessoas consciente de que não se deve jogar o lixo nas matas, é o mínimo que um prefeito deve fazer, e estar sempre atento. Hoje , nesta época de eleição, se vê que tem muitos interessados em assumir a cadeira de prefeito. Mas porque? Porque espera ganhar a vida, levar vida de rico, coisa do tipo. Mas o que não ver, é o que o prefeito vai fazer pelas pessoas, pelo meio ambiente, enfim, trabalhar são poucos os que realmente estão interessados em fazer.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Onça-pintada


Esta história é uma história de onça pintada. E cheiro de onça também. Ambos contos são de quando eu era pequena, e ainda morava no sertão do Ceará. Minha vó paterna, era quem contava o que eu agora escrevo. Me afeiçoei a este nome, Onça-Pintada.
Leia as histórias e veja porque. Onça-pintada  um bicho encontrado na mata atlantica, e esta listada na sofrida lista de extinção, e vale apenas a gente falar e passar para o futuro este importante ser da natureza, que pode não ser mais encontrado em lugar algum a não ser em contos e livros de histórias. Leia




Onça-Pintada

-Onça pintada;

-Quem foi que te pintou?

A bicharada toda lá da floresta vive a perguntar.

A dona Raposa, desconfiada, lembrou:

- Será que foi aquela velhinha que por a floresta passou?

O compadre macaco, cauteloso e ressabiado que é, perseguiu uma nuvenzinha que passava lá no céu bem de mansinho, e piscou:

- Será que foi esta nuvenzinha que choveu pintinhas ao invés de chuvinha?

A lagarta pintada não teve dúvida em afirmar:

- Eu e a onça-pintada fomos pintadas pelo mesmo pintor, gluub.

O coelho esperto ficou de orelha em pé. Comeu uma cenourinha bem de pressinha, e falou ligeirinho:

- A onça-pintada? Não quero ver nem pintada.

Mas lá na floresta,

A pergunta continuava de pé:

- Onça-pintada quem foi que te pintou.

Mal humorada e muito esperta; a onça-pintada resolveu acabar com a curiosidade dos animais da floresta, e falou:

- Quem da verdade quiser sabe é só na minha toca entrar e ver.

Pernas pra que te quero. A bicharada deu  no pé.

Ei pessoal, voltem.

- Vocês não querem saber quem pintou a onça-pintada?

Ninguém quis mais saber.

Porque, entrar na toca da onça-pintada!!

Hummm! Eu, eu não!

E você?

 Quer saber quem pintou a onça-pintada?

Fim


Cheiro de onça





Cheiro de onça Um aviso da bicharada: - Cuidado! Cuidado! Tem cheiro de cabra no ar? Tem onça vindo de lá, Salvem-se quem puder. Amiguinhos, desta receita nunca se esqueça, se você estiver: Numa serra de pedras, Dentro de um riacho seco, Numa capoeira e cabras por lá não andar, Mas o cheiro delas esta no ar! Corram, corram amiguinhos, Que a onça pintada esta vindo de lá. Cordeirinhos dizem: Méééééé. Cabritinhos fazem: Béééééé Corram que a onça esta no pé. Cheiro de cabra? Que nada é onça pintada danada. Escondida atrás das moitas, Sorrateira ela avança. Vuuuuuuuuuupt! Faminta, traiçoeira, se no seu pescoço avançar, Não se salvará. Cuidado! Tem cheiro de cabras no ar Tem onça vindo de lá. Onça-Pintada -Onça pintada quem foi que te pintou? A bicharada toda lá da floresta vive a perguntar. A dona Raposa, desconfiada e de olhos bem abertos, lembrou: - Será que foi aquela velhinha que por a floresta passou? O compadre macaco, cauteloso e ressabiado que é, perseguiu uma nuvenzinha que passava lá no céu bem de mansinho, e piscou: - Será que foi esta nuvenzinha que choveu pintinhas ao invés de chuvinha? A lagarta pintada não teve em afirmar: - Eu e a onça-pintada fomos pintadas pelo mesmo pintor, gluub. O coelho esperto ficou de orelha em pé e de pé. Comeu uma cenourinha bem de pressinha, e falou ligeirinho: - A onça-pintada? Não quero ver nem pintada. Mas lá na floresta, A pergunta como o coelhinho, continuava de pé: - Onça-pintada quem foi que te pintou. Mal humorada a onça resolveu acabar com a curiosidade dos bichos da floresta, e falou: - Quem da verdade quiser sabe é só na minha toca entrar e ver. Pernas pra que te quero. A bicharada deu foi no pé. Ei pessoal, voltem. - E quem pintou a onça-pintada? Ninguém quis mais saber. Porque, entrar na toca da onça-pintada!! Hummm! Eu, eu não! E você? Quer saber quem pintou a onça-pintada? Fim

terça-feira, 28 de agosto de 2012

I'll be there for you - Bon Jovi ( Tradução) Uma Homenagem A Mércia Nakashima.

Era tempo de você voltar. Os dias estavam longos. As noites frias. Ao longe esta música tocava a minha alma. Ela anunciava o fim de tudo. Tudo estava para sempre perdido. Meu mundo e seu mundo, haviam se acabado. Nossos mundos não existiam mais. Minhas lembranças eram doidas, porque eu acabava de sair do leito de um amor que se acabou. Queria morrer naquele leito, te prender ao meu lado, fraturar suas pernas, torturar seu coração...Mas não é isto que um ser faz quando ama de verdade. Um amor de verdade não mata, não tortura não fratura. Um amor de verdade entende que sem amor não há relação,não há compreensão.

O que esta acontecendo com as mulheres, é insano. O mundo esta cruel de mais. Esta havendo uma falta de controle por parte dos homens, que nem a ciência, nem mesmo o Psico mais avançado sabe explicar. Como pode um homem  destruir , assassinar uma mulher, de forma tão cruel, sofrida, violenta. Aquela que ele jurou , amar , respeitar... Mas, ontem, ele dizia que a amava tanto. Era louco de amor por ela. Como explicar isto meu Deus.

Como entender isto. Um homem, abordar uma mulher que ele não conhece, nunca a tinha visto. E, de repente, parte para cima da mulher desconhecida. A violenta, a maltrata, e depois, sem mais nem menos, a mata...Tem muita coisa errada acontecendo. Pode-se se dizer, que realmente estamos no fim. Bem próximos de termos alcançado a beira do abismo. De sermos comparados ao próprio adverso de Deus; o demõnio . De fato, o Demõnio esta se apossando daqueles que se nutrem da maldade, do ódio, de todas as coisas erradas que o mundo esta oferecendo.


Uma solene Homenagem a todas as mulher que estão sendo vítimas da intolerância do HOMEM que não compreende que, para tudo existe um fim. Inclusive para aquele amor que um dia existiu entre ele e esta mulher, que ele insiste em querer.

 Incluindo, a triste história de Mércia Nakashima. Meu Deus. quanta crueldade, com uma pessoa, que não fazia mal a ninguém. Era uma mulher trabalhadeira, que como todas as pessoas de bem, conquistou com muita garra, a sua profissão que tanto  amava, Advocacia. Triste Senhor. Muito triste.

Bon Jovi - Always™ (tradução)Morrer de amor

Ele estava feliz. Pensava que tudo era um mar de sonhos bons. Ao final, o mar de sonhos se transformou em um mar de lágrimas. Ela se foi. Pintou os cabelos, olhou para outros amores.Lhe deixou. Sem amor, sem chão, sem lar, sem nada que o fizesse pensar em não morrer. Sem sentido para viver, foi para um grande centro comercial. Subiu as escadas.Degrau por degrau, foi subindo. Este longo percurso,seu pensamento não foi capaz de mudar. Sua vida não tinha mais sentido. O mundo não era mais o seu lugar. Pulou e morreu.

Demis Roussos - Goodbye My Love - Legendado

No dia da morte de minha querida e amada mãe, sentada num cantinho de minha casa, ouvi esta música entre lágrimas e com muita saudade. Saudade, até hoje ainda sinto dela, mas o que mais sinto é não ter nunca mais ela perto de nós. Deus sabe o que faz, isto é o meu consolo; saber que a vida vem de Deus, e tão somente ele sabe o porque temos que partir desta vida para sempre algum dia. Todos nós um dia partiremos para nunca mais. Talvez ai esteja a única coisa a se preocupar na vida. O resto é resto, e a vida é o nosso principal e único tesouro a ser guardado nesta terra. Porque está nas escrituras sagradas, que não devemos se preocupar com mais nada nesta vida, a não ser em viver segundos os desígnios de Deus. E minha mãe esta sob a vontade de Deus, em algum cantinho do céu, assim como algum dia eu vou esta, e todos os outros seres humanos também. Portanto, em vão se vangloria aquele que não teme a morte. Porque ninguém é eterno e portanto, bem aventurado aquele que teme a Deus e ler a bíblia e segue por o que está escrito e não por o que o homem dita. Maldito o homem que acredita no outro homem.Bem dito aquele que faz o bem e ama seu próximo como a si mesmo.

♥Terry Winter -tradução-Our love Dream- nosso sonho de amor...♥

Este pequeno texto ilustra bem uma pessoa que preferiu seguir a vida de "Crime".
Eu tenho muito que pensar. Era tanto que pensar. Os dias eram tão frios. As manhãs todas tristes.Porque era nas manhãs que eles surgiam.Corpos. Um deles agora estava ali, jogado na rua sem asfalto. Um rastro de lágrimas no seu rosto negro e frio, ainda era visível. Chorou pelos pecados cometidos, e ali jazia pagando por eles. Chorou pelo pouco tempo que na terra ficou.Uma tempestade de medos, caíram sobre ele. Os ladrões eram meus amigos. Meus amigos eram inimigos do povo. O ladrão ali caído era um amigo.Todo dia os via morrer, um por um, todos iam aos poucos sucumbindo. O corpo era de um jovem, descobre-se depois. Jovem que morrera porque o outro ladrão desconfiava , ele era uma ameça para todos os outros ladrões. Não aguentaria a tortura da polícia, e irá nos entregar. Morreu dentro do bar enquanto jogava bilhar. Vidas sem rumo. Roubar era sua profissão, matar diversão. Não havia qualquer fio de piedade dentro daqueles corações. Não havia qualquer expectativa de uma vida melhor para eles.

David Castle - You're too far away

As horas passavam, e nada mais importava, você não viria. As mentiras, eram visíveis, e as horas marcavam o fim a cada minuto que passava. Te perder foi só questão de tempo. As estrelas não brilhavam mais em nossas noites. Era o sinal do fim. Minha dor tomava meu corpo. Nunca mais era para sempre. E para sempre era o fim . Seus olhos se foram, seu sorriso apagou-se, seus abraços me soltaram. Meu amor era o fim.



Lapa e Freguesia do Ó. Vila Penteado.

Este triste fato se deu quando eu morava na Vila Penteado. Era um local triste e dominado pela violência na época deste fato.



Vivia em constante trabalho. Minha vida era trabalhar intensamente. Não havia tempo para pensar em outra coisa, a não ser em trabalhar. Era assim minha vida quando cheguei aqui na capital, enquanto que minha família ficou na fazenda guatiaia-Peruíbe/SP. Com o meu trabalho, eu comprei pela primeira vez no crediário. Comprei um radinho de pilha e um relógio de pulso. Os dois eram necessários. O rádio, servia para ouvir meu programa favorito "Que saudade de você" do Eli Correia que ia no ar justamente na hora do meu horário de almoço, quando trabalhava no 'Pão-de-Açúcar', e o relógio eu controlava as horas no meu percurso do serviço para a escola e depois para casa. Bem, eu cheguei certa vez em casa. Morava com uma moça que conheci. Dividíamos as despesas, ela era casada. Ao entrar em casa; como este dia não iria para escola, sem pressa portanto, coloquei a minha bolsa sobre a cama. Peguei minhas roupas no armário e fui para o banheiro tomar banho e ao mesmo tempo me trocar. Não passou nem cinco minutos, ouvi barulhos estranhos dentro de casa. A Lurdes, a moça dona da casa e seu marido, estavam meio que discutindo. Era estranho, eles nunca brigavam. A discussão estava ficando cada vez mais acalorada . Foi ai que veio alguém e bateu na porta do banheiro. Era uma voz de homem desconhecida. Mandou eu sair com voz autoritária. Não, não era a voz do Carlão, marido da Lurdes. Bem, passei a ficar com medo da situação. Peguei rapidamente minha toalha. Deus do céu, era a única roupa que estava ao meu alcance neste momento, pois havia deixado a roupa que iria usar sobre a cama. Sai do banheiro, e corri para debaixo dos cobertores da cama que estava bem ao lado da porta do banheiro. Foi ai que apareceu um homem. Jovem e negro, cerca de uns vinte anos mais ou menos. Estava com os olhos em chama; e ficou ao meu lado sobre a cama. Não falava nada com nada, sei apenas que exigia que eu não fosse para fora, e me alertou que estava armado e com outro comparsa na porta da saída. Disse também que estava a procura de uma arma. Bem, não era mais surpresa, minha nossa, estávamos sendo assaltados. E o carinha não voltou mais no quarto, para meu mais completo alívio. E nem precisava mais. Foi ai que percebi. O desgraçado já tinha limpado a minha bolsa. Para minha completa desolação, era dia de pagamento. Meu salário, assim como meu relógio que ainda estava pagando as prestações; mais o radinho, tinham virado fumaça. Fiquei até sem dinheiro para ir trabalhar no outro dia. A Lurdes me emprestou dinheiro .

Não passou nem uma semana, o Carlão, marido da Lurdes, veio com uma estranha conversa: " Sabe menina, aqueles dois caras já eram. Eles estão mortos.

 Segundo fiquei sabendo depois, Carlão e um amigo, haviam trucidado os caras.

Eu havia percebido no ar, após a saída dos cara da nossa casa, " estes caras não vão viver por muito tempo. Pois eles assaltaram um dos mais violentos assaltantes da época, Carlão do Penteado. Carlão foi pego desprevenido, e sem a arma. Caso contrário, a coisa poderia ter sido resolvida ali mesmo.



quinta-feira, 19 de julho de 2012

Paradise - Coldplay (Legendado) [HD]



Tem coisa que, somente Deus é que sabe e acredita, porque os viventes com certeza duvidaram. Gente, o que eu reclamei com o Rubinho para ele não ir no show do Coldplay. Nossa foi tanta objeção, que no dia em que aconteceu o evento, o mundo parecia que ia desabar. Choveu, mas choveu tanto...E ventanias jamais vistas,aconteceram. E ai quando eles voltaram para casa, isto tarde da noite veio a surpresa. Eu estava na praia, na casa da Lúcia. Bem eles chegaram em casa. A Carol foi a primeira a perceber que algo não estava correndo bem por ali. - Nossa a cosinha esta tão clara...Ela pensou. E ai viram porque a razão da claridade. O vento havia levado o telhado da cosinha inteira. Tudo estava sob a chuva. Fogão, armário, mesa, geladeira... Bem hoje eu amo esta música do Coldplay, e não ligo mais se o Rubinho for no show dele. Ta vendo como as coisas mudam. Eu estou muito mudada, graças aos meus filhos e ao pai deles, Rubén, um revolucionário de verdade. Sabiam, ele veio fugindo da ditadura que estava assolando o Chile na época. Bom agora o Chile esta mudado, e para melhor. Visitem o Chile, é uma ótima dica. Muita comida boa, gente simpática.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Não há tradução.

Somente as mais criativas das imaginações podem descrever estas imagens.

Ter fé

Uma meditação bíblica. Corintios,4-18 'Não atentando nós nas coisas que se vêem,mas nas que não se vêem; porque as coisas que se vêem são temporais, e as que não se vêem são eternas' Agora meditem nesta minha posição acerca do assunto. Imagine olhar para esta flor abaixo. Seus detalhes são tão intrigantes quanto as coisas que não se vêem. Pois fato é que, quando se tem fé em Deus, tudo é possível na inexistência sim.

terça-feira, 3 de julho de 2012

AHA HUNTING HIGH LOW TRADUÇÃO/ Havia muito ainda que viver, e você partiu mesmo assim.

 A brisa  tocava uma música com suaves notas. Apenas o coração ouvia. Há tempos em que os corações se entregam aos doces encantos de momentos, que nem sempre se repetem. Passaram-se tantos e tantos momentos. Não há presente sem momentos. E nem momentos sem passados. Tudo agora é passado. Nossas vidas se resumem em um amontoados de momentos, depois que tudo se acabou. Nossos tempos viraram simples passados. O que começou numa simples troca de olhar frente ao uma banca de jornais, termina sob o teto de um prédio frente a uma favela. Garotos brincavam entre os labirintos estreitos de construções precárias. Lixo, córrego de águas podres eram o que de-militava um barraco de outro. Seus olhos lagrimejavam , não pelas vidas que ali viviam, mas pelo fim do nosso amor. As tristezas estavam em todos os cantos naquele exato instante. Do coração da favela, ouve-se disparos de arma de fogo. Em questão de minutos, todos já sabiam do ocorrido. Um jovem vendedor de doces, de-cedente de japonês, estava estendido no chão com um balaço na nuca. O sangue jorrava feito torneira espalhando vida no chão de terra. Uma vida esvai-se naquele instante. Naquele instante nosso amor esvai-se sobre o teto do prédio. Tudo se acaba nesta vida. Nosso amou se acabou. Uma vida também acabava de se acabar ali dentro da favela.
  

Anne Murray - tradução You needed me - você precisou de mim

As correntes de ar de um tempo sopraram a cara da felicidade neste tempo. Belos tempos. Sopraram a existência do romance de um tempo onde havia de fato o calor da paixão verdadeira. Homem e mulher se amando pra valer, se respeitando acima de tudo. Neste tempo há algo diferente. Mas há. Não se encontra o mesmo brilho daquela época em que se nutria por décadas um mesmo amor. Bem verdade que os tempos mudam. E dai. A vida é a mesma, o amor o mesmo, o ser humano ainda caminha sobre duas pernas, que eu saiba; não vi ninguém andando de quatro. Hoje, passa como relâmpago um romance.Não importando idade, velhos e novos, se terminam sem qualquer problema, relação de anos, meses e até dias. O lar esta a beira de falência, esta em processo de concordata. O que eu quero dizer, é que há sim que se preservar os valores de um lar constituído. Não se pode pensar na dissolução dele por que simplesmente sentimos atração por uma ou um desconhecido, que se pensa conhecer. O tempo é curto para se estar tentando a sorte. O desconhecido tem que ser temido e a vida valorizada. Colocar em risco nossa vida e a segurança dos entes querido, por causa de nossas instabilidade emocionas, é puro egoísmo. Confiar em Deus, e levar a vida na paciência.Faça os dias ficarem melhor, se estes estiverem sem graça ao lado de quem um dia você jurou amar. Há tanto que fazer QUANDO SE É VIVO. Um lar vale muito, muito mais que qualquer paixão fora dos seus limites. Uma vez ouvi uma pessoa pregar isto no púlpito de uma igreja: "Tem gente que joga tudo fora em troca de apenas alguns segundos de prazer. Mal sabendo que aquele instantes de prazer pode lhe custar até a vida".É o gosto de dizer. Mais vale um lar refeito do que um desfeito.Ver os filhos crescer não tem nada melhor que isto.

MAGGIE MACNEAL - WHEN YOU'RE GONE/ Minha infância e juventude na Guatiaia- CONHEÇA PESSOAL DO CEARÁ

A cada grito da cantora, vem de todas partes de minha memoria flesh da Fazenda Guatiaia, onde passei parte dos meus últimos anos de minha querida infancia que nunca será esquecida. Os verde das matas eram intenso, porque era tudo que existia em nossa volta, quilômetros mais quilômetros de matas virgens.Mundos e mundos de flora e fauna. Era este meu mundo. Ao som desta música, no meio das plantações de bananas,comendo banana, pescando nos riachos, desbravando as matas. Certa vez eu e minhas irmãs, isto porque só existia nossa família recém chegada do Nordeste vivendo naquela área, longe de tudo, sem energia, sem qualquer conforto. Bem resolvemos adentrar numa determinada mata. E nos perdemos. Passamos horas rodando de um lugar para outro em busca de sair do meio daquela mata, isto porque já estava caindo a tarde, e logo chegaria a noite, e poderia até ser fatal para nós, muito bicho, e o frio era intenso após o anoitecer. Mas fomos milagrosamente salvas pelo rio que sabíamos, cortava boa parte do bananal. Lição, não, após alguns dias, estávamos de novo se aventurando pelas matas. Pequenos casebres de zinco e couro, um material sintético a base de restos de asfalto, se perdiam dentro do bananal. Num casebre de couro, eu e minha família habitávamos.Para nós que tínhamos chegados recentemente do nordeste, fugindo da seca e de inúmeros outros males oriundo da estiagem, realmente estávamos vivendo num palacete. Sob o sol intenso,o "palácio", parecia que ia derreter, e junto com o cheiro de asfalto, o tal palácio estava mais para asfalto do que para casa propriamente dito. Olhando para este tempo, eu não o censuro por nada. Pois aquele mundo era verdadeiro.

Os mínimos detalhes da vida

Quem esta fazendo parte da sua vida; ou simplesmente esta fazendo parte do seu dia. Além dos que convivem no seu café da manhã, do almoço; existem muitos que embora não estejam na mesa ao seu lado, convivem diretamente com você e nunca não são listados, mas faz parte sim de nossos dias.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ruben

Ruben, tudo que eu sei, é que nós te amamos. As palavras podem até não sair, mas a intenção de dize-las existe o tempo todo. Podemos até não te ajudar, mas pretendemos a vida inteira te ajudar no que você precisar. Deus é testemunho de nossas intenções; elas sempre foram as melhores.E te ver angustiado, é um martírio para nós. Qualquer que for o que te afligi; de uma coisa tenha absoluta certeza, não é maior que o poder de Deus na tua vida.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Elá é minha filha Camila. Amada, admirada, E muito amiga de todos.

Para ela é assim. Espontânea,verdadeira e dedicada a suas amizades.
Não há tempo feio. Para ela todos os dias são de lua mar e alegria.Para ela os amigos são iguais dentro co seu conceito.
Em casa esta sempre afim de viver o que tem para se viver, não busca mais nada além do que a via esta lhe oferecendo.
Com os irmão é uma amor.São amigos em todas as horas. Não há segredos entre eles. Não há nada de desigual, na vida deles. O que é seu é meu, o que é meu é seu, no sentido de comprar seus pertences. Quando um não tem o quantidade certa de dinheiro, o outro prontamente se prontificar a ajudar na aquisição de tal coisa. Para mim e o pai, não há coisa melhor na vida, do que ver este tipo de coisa acontecer. O que faz com que nunca aconteçam brigas por dinheiro, apenas por coisa bem banais. Eles as vezes discutem, por uma música, um filme, que querem ouvir ou assistir... Mas isto não gera maiores conflitos, e logo estão rindo e falando como se nada estivesse acontecido. Lindo meus filhos.

Com eles não há Depressão.

Eles são nossos anjos da guarda. Os cachorros passam o tempo inteiro nos livrando dos males. Uma casa sem a presença deles , é uma casa de alvo certo para a bandidagem que esta atormentando a vida dos viventes de bem. Este maus elementos odeiam quando são descobertos. E por isto mesmo eles odeiam os cães. Adote um, e tenha paz na sua vida. Visite o blogdecachorrosabandonados.bolgspot.com

Interesses próprios.

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GUILOLOBAY , Escritora dos tempos.: Contos Assombrados

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Frases bíblicas

Aos romanos

05-05

E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo espirito santo que nos foi dado.

Orquídea selvagem

Orquídea selvagem
Orquídea encontrada na Ilha Comprida-SP Brasil

Canto dos pássaros. Fim do mundo.

Viver sem o canto dos passarinhos, não e viver, é morrer de tédio. As árvores são as casas dos passarinhos, e no entanto, diariamente elas são eliminadas da face da terra, assim como os próprios passarinhos. Sem casa, os passarinhos vão desaparecer da face da terra. Ou eles, ou nós. Na verdade nenhum de nós. Sem as árvores, assim como os passarinhos, se alguém aqui não sabe, tudo que existe na terra vai se acabar. Por isto não culpe Deus pelo fim do mundo. Bíblica mente, Deus quer o nosso bem. Mas como filho da desobediência, estamos nos auto destruindo sem perceber. Sem perceber, o nosso amor ao dinheiro, as luxurias, aos bens materiais, esta nos levando direto para o abismo sem volta. E o abismo se chama, a Destruição do verde, da Natureza meu amigo.

Você é a favor da maioridade penal? Porque?

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Tempos de todos

Tempos de todos
O olhar busca nos mínimos detalhes até encontrar, o que o tempo levou.

Só você.

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Só Você .É o guia dos seus dias. Tem a verdade do que aconteceu naquele dia.Sabe o que fazer para não repetir um mal sucedido..

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Eles são terrivelmente sentimentais. Nunca, nunca minta para eles.

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Trocar de de modos. Faça o que você gostaria. Se entregue ao tempo para o tempo ser algum dia seu. Ser é ser capaz de ser . Ouvir de alguém alguma coisa que em seu tempo não ouvia. Mereça ser um ser servido. Buscar um novo tempo é melhor fazer antes que seja tarde.

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